quinta-feira, 3 de novembro de 2011

"Não há nada de novo abaixo do sol"...

E era uma Formiga/cheia de não me toques,com o rei na barriga/só vivia no desacato/a dizer"Sai pra lá se não te mato"/Mas daí conheceu o Formigão/e pela primeira vez na vida ouviu um sonoro "Não!"/E livre ,desimpedida,como uma boa e velha suicida/sem avisar ninguém/se afogou no Ribeirão/E agora o Formigão vive muito mal/cantarolando triste,arrependido/numa folha do meu quintal...

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